domingo, 19 de dezembro de 2010

Enfim, eu sou assim mesmo !


Sou uma pessoa à moda antiga, que gosta de almoço de domingo com a casa cheia, que gosta de estar com os amigos, que gosta de tomar banho de chuva, raspar a panela da sopa, andar de pés no chão sem que a roupa atrapalhe, assistir filme comendo brigadeiro e pipoca, gosto de tudo que tenha sabor de infância, pois esta é uma fase em nossas vidas que passa tão rápido e muitas vezes nem aproveitamos tanto quanto deveriamos.

Gosto de sentir profundamente os meus sentimentos, vibrar com cada emoção, olhar as pessoas, sentir o que os outros estão pensando, gosto de conversar e dar a mão ao próximo, gosto de intervir e combater a solidão, gosto de ser alegre e manter o espirito de união entre as pessoas.

Sou pela conservação da vida em familia, por mim, pais, filhos, irmãos, viveriam para sempre ligados pelos laços que os unem e se defenderiam um a um em primeiro lugar, nunca permitindo o isolamento forçado de um membro familiar.

Enfim, EU AMO e por isso gosto de viver a vida em cada dia, cada momento tudo o que ela me proporciona e que não volta mais !!!

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Sensibilidade

Somente aquele que foi o mais sensível pode tornar-se o mais frio e o mais duro, para se defender do mais pequeno golpe - e esta própria couraça lhe pesa muitas vezes.

Johann Goethe

Aspecto Profissional

 

Aspecto profissional

As 5 melhores dicas para se vestir sempre à altura de qualquer situação.

Longe vão os dias da "farda de trabalho" dos executivos conservadores: fato completo para os homens, e saia e malhas sóbrias para as senhoras. Hoje em dia, vestir-se para o trabalho tem muito que se lhe diga. Deve vestir-se para impressionar, mas não quer ser o único "engravatado" numa reunião informal. Precisa de um guarda-roupa que lhe permita vestir-se mais informalmente umas vezes e de forma mais elegante outra vezes. Além disso, convém ter uma boa aparência e deixar uma impressão duradoura pela positiva. Seguem-se alguns conselhos de especialistas sobre como vestir-se correctamente, seja qual for a situação.

1. O que conta são as primeiras impressões

O que revelam as cores que usa? E será que o fato certo, com o corte certo, pode mesmo fechar um negócio ou pesar sobre a decisão final numa entrevista de trabalho? Sem dúvida! É um facto que, quando conhece alguém pela primeira vez, é avaliado dos pés à cabeça nos primeiros 3 segundos.
Segundo Camelia Fredericks, consultora de imagem e directora executiva da The Divine Image, é fundamental acertar nestes três elementos-chave do seu vestuário – a cor, o estilo e a forma como lhe assenta. Fredericks é especialista em aconselhar os seus clientes quanto ao que usar na sala de reuniões graças à sua outra carreira como advogada.
  1. Comunique através da cor Na opinião de Fredericks, as cores escuras (as tradicionais cores do mundo empresarial: preto, azul e cinzento-escuro) indiciam "poder, autoridade, conhecimento, responsabilidade e sucesso". O castanho revela que você é de confiança e estável, o branco tem uma conotação de clareza, formalidade e sofisticação, e os tons pastel demonstram suavidade e feminilidade.
  2. Como escolher o estilo certo Em caso de dúvida, vista-se como se fosse um elemento de chefia. Também pode usar truques como pequenos enchumaços nos ombros para, de um modo subtil, parecer mais poderoso(a).
  3. Qualquer pessoa pode conseguir o estilo "feito à medida" O seu objectivo é que a roupa assente bem, sem estar demasiado apertada. Para um visual feito à medida, recorra aos serviços de costura de uma loja da especialidade ou arranje uma costureira que possa fazer pequenos arranjos.

2. O que o seu vestuário revela

Que impressão quer deixar? Se quer ser encarado com um interlocutor poderoso, vista-se com elegância. Se quer que as pessoas pensem em si como sendo uma pessoa calorosa e amigável, suavize a sua imagem. Adeqúe o vestuário ao seu interlocutor e verá como isso afecta a forma como as pessoas o(a) vêem, consciente e inconscientemente.
  1. Confiança: "O que as pessoas vêem por fora permite-lhes saber como se sente sobre si próprio interiormente", diz Fredericks. "Roupa que não assente bem sugere que dá pouco valor a si próprio. Roupa que assente bem transmite confiança."
  2. Criatividade: Os acessórios são uma forma acessível de transformar uma indumentária e dão-lhe um estilo único. Expresse-se através de jóias, lenços elegantes, botões de punho sofisticados ou combine a gravata com o lenço de bolso.
  3. Atenção ao detalhe: O seu vestuário deve parecer coerente e conjugado, em vez de se destacar apenas uma peça ou uma cor. Detalhes da sua aparência como mãos arranjadas, um penteado cuidado, uma maquilhagem discreta e o uso de jóias dão uma impressão personalizada.

3. Vista-se de acordo com a forma do seu corpo

Os estilistas sabem que o vestuário certo faz com que pareça mais alto, mais baixo, mais gordo ou mais magro. Seguem-se algumas dicas sobre como adequar o seu vestuário de modo a beneficiar a sua aparência.
  1. Mais altura: Quer parecer mais alto(a)? Riscas verticais tornam a figura mais esguia, assim como a linha de um fato com três botões. Use decotes em V e sapatos bicudos para parecer mais alto(a).
  2. Menos altura: Se é uma pessoa magra e muito alta, quebre essa altura excessiva misturando diferentes tons, cores e padrões.
  3. Menos volume: Para disfarçar os quilos a mais, "use cores escuras e padrões sólidos para parecer mais esbelto", diz Fredericks. E não se deixe seduzir por roupas justas – usar camisolas ligeiramente folgadas ajuda a disfarçar "os pneus".
  4. Mais volume: Se é uma pessoa magra e baixa, experimente usar riscas horizontais e cores claras, como o branco e o bege, para dar ao seu corpo um pouco mais de volume. No entanto, não use roupas demasiado largas para não parecer que está a usar um saco de batatas.
  5. Jogue com os seus pontos fortes: "Se os seus braços são bonitos, mas sente-se inseguro quanto às suas pernas, use uma camisola justa com calças de ganga escura largas", diz Fredericks. "O segredo está em acentuar os seus pontos fortes e suavizar os seus pontos fracos."

4. As melhores dicas para as mulheres

As mulheres de negócios precisam de seguir regras diferentes dos conselhos de moda comuns. O segredo para ser levada a sério é estar deslumbrante… mas não sexy demais.
  1. Mantenha a simplicidade: Tenha como objectivo a elegância discreta. Evite roupas apertadas, decotes cavados e demasiado brilho – isso apenas servirá para desviar a atenção do relatório brilhante que acabou de entregar.
  2. Nada de parecer demasiado sexy: De acordo com Fredericks, este é o erro número um: "Decotes não combinam com uma imagem profissional. E os dedos dos pés também não".
  3. Saltos altos não: Sapatos de salto médio fazem com que pareça mais competente enquanto caminha confortavelmente.
  4. Informal, mas não desleixada: "Umas calças de ganga com os joelhos coçados ou uma camisa amarrotada farão com que pareça o espantalho do escritório", diz Fredericks.
  5. Concentre-se nos acessórios: Sapatos elegantes ou uma mala cara podem ser uma forma subtil de dizer ao mundo que, apesar do seu vestuário informal, não está para brincadeiras.
  6. Crie um guarda-roupa base: Segundo Fredericks, as quatro peças de roupa essenciais são: um casaco desportivo ou blazer (use-o com uma saia travada, pérolas e saltos para a sala de reuniões; converta-o para uma reunião informal mudando a parte de cima para um colete elegante e alguma bijutaria volumosa); uma camisa branca com botões (com um saia e casaco para o trabalho, calças de ganga para depois do trabalho); umas calças pretas (com uma blusa e saltos para reuniões, t-shirt e sabrinas num dia informal); e um vestido preto simples (com um casaco para o trabalho, informal com sandálias ou com jóias elegantes e o cabelo apanhado para tarefas formais na empresa).

5. As melhores dicas para os homens

Normalmente, os homens sentem-se bem de fato, mas são terríveis no que toca ao "elegante informal". Vista-se de forma correcta e poderá impor tanto respeito num dia de trabalho informal e em reuniões informais como quando se estivesse de fato.
  1. Fato, sem gravata: Um blazer com uma simples camisa de algodão pode ficar fantástico.
  2. Mostre o seu melhor pé: Sapatos engraxados e um cinto a combinar mostra atenção ao detalhe.
  3. Linha de pescoço forte: "Camisolas de gola alta são uma parte importante do guarda roupa elegante informal de James Bond, reconhecendo o facto de que uma linha de pescoço forte normalmente tem melhor aspecto do que pele à mostra ou gravatas folgadas", diz Fredericks.
  4. Não faz mal usar t-shirts: Mas têm de estar limpas, passadas e não ter bonecos ou logótipos.
  5. Não queira ser engraçado: Guarde as suas meias dos Simpsons para o fim-de-semana.

Candidatura ao trabalho

 

7 segredos para ser o candidato perfeito ao trabalho

Não deixe escapar aquele trabalho de sonho com o guia essencial dos nossos especialistas.

1. Prepare-se devidamente

O segredo para se destacar como candidato é saber ao que vai. Utilize a Internet para conhecer melhor a empresa, o cargo a que se está a candidatar e até as pessoas que o vão entrevistar. Tente não ir demasiado longe – não quer certamente que o seu entrevistador pense que é um perseguidor.

2. Dê vida ao seu CV

"Exiba os seus talentos: dê exemplos que sustentem o seu CV", diz Lee McQueen, fundador da Raw Talent Academy e ex-vencedor do programa televisivo O Aprendiz. "É essencial que não mencione apenas aquilo em que é bom, mas que também diga como chegou lá e porquê." A inclusão de exemplos concretos sobre como adquiriu ou aplicou as competências descritas no seu CV não só demonstrará que essas competências são reais, mas também permitirá que o seu entrevistador consiga visualizar a sua aplicação dessas competências no trabalho em questão.

3. Mostre a sua garra

"Reconheça o poder da energia e da paixão", diz Nigel Botterill, que fundou cinco negócios multimilionários nos últimos 5 anos, incluindo a The Entrepreneur's Circle. "Há tantos entrevistados aborrecidos, sem entusiasmo e sem pingo de interesse." Se demonstrar interesse no que a empresa faz, entusiasmo genuíno pelo potencial emprego e empenho em fazer uso da suas competências no local de trabalho, tem tudo para ser um óptimo candidato. Afinal, se não está interessado em conseguir o emprego, porque está na entrevista?

4. O que conta são as primeiras impressões

Seja confiante, mantenha a calma e cause uma boa primeira impressão. "Os entrevistadores tomam decisões sobre as pessoas logo nos primeiros momentos", diz Nigel Botterill. "Cumprimente-os com entusiasmo, um sorriso, contacto visual e um aperto de mão firme. São pequenos pormenores, mas de grande importância." Para além disso, use roupa apropriada – um fato/roupa formal joga sempre a seu favor.

5. Adeqúe o seu CV

Verifique sempre se o seu CV precisa de algumas modificações para se adaptar ao trabalho a que se está a candidatar. Tal como a carta de apresentação deve destacar itens-chave do seu CV, compensa sempre evidenciar ou relegar elementos do seu CV de acordo com o cargo pretendido.

6. Sobressaia

Destacar-se da multidão não tem nada de mal. Isso não significa usar uma gravata irreverente na entrevista, utilizar tipos de letra extravagantes para personalizar um CV ou deixar que o entrevistador veja no Facebook as suas fotografias de quando estava embriagado. Significa sim usar truques inteligentes para se fazer notar. Se se está a candidatar a uma actividade na área da criatividade, considere juntar ao CV (como uma hiperligação para o ficheiro online ou em DVD) um vídeo com uma entrevista feita a si próprio. O simples facto de fazer perguntas que revelem interesse genuíno na empresa e que obriguem o entrevistador a pensar nas respostas fará com que não se esqueçam facilmente de si.

7. Nada de interrupções

Desligue o telemóvel. Nada mais eficaz para ser despedido de imediato do que o seu telemóvel a tocar no meio de uma pergunta.

Apresentação perfeita

11 dicas para apresentações perfeitas

Os especialistas ajudam-no a destacar-se da concorrência e fazer uma apresentação perfeita.

1. Lidere desde o início

Segundo Lee McQueen, fundador da Raw Talent Academy e ex-vencedor do programa televisivo O Aprendiz, "É vital cativar a audiência. Você tem uma única oportunidade de 20 minutos. Se não a cativar nesse período de tempo, não vai ser fácil".
Como fazê-lo? Aprenda com um truque que os jornalistas usam para agarrar os leitores: "Comece com a sua maior e melhor solução ou ideia", diz Nigel Botterill, que fundou cinco negócios multimilionários nos últimos 5 anos, incluindo a The Entrepreneur's Circle. "É importante captar a atenção do interlocutor desde o primeiro minuto. Não deixe por dizer as suas melhores palavras!" A seguir, deverá então apresentar as suas ideias por ordem decrescente de importância.
Outra dica sobre estrutura: "os diapositivos iniciais revelam à sua audiência aquilo que vai ser apresentado, os diapositivos finais resumem o que foi dito", diz Chris Oakley CBE, da agência de marketing electrónico Chapter Eight.

2. É tudo uma questão de prática

"O controlo e a confiança podem ser trabalhados. Deve persuadir-se a si mesmo para saber persuadir os outros!", diz Craig Peters, director da Osprey PR. Uma forma de controlar os nervos e assegurar uma apresentação perfeita é praticar repetidamente. Melhor ainda, primeiro faça a apresentação aos seus amigos para beneficiar dos seus comentários e/ou grave-se a si próprio – a câmara nunca mente.

3. Faça pausas e imponha um certo ritmo

Não tenha pressa em chegar ao fim. Estruture a apresentação - e as suas notas - para que haja espaço para pausas para respirar e para deixar que as ideias-chave se destaquem. Quando em dúvida, abrande (a menos que a audiência pareça estar a perder o interesse).

4. Sensibilize a multidão

Seja qual for o tamanho da sala, não tenha medo de se exprimir com expressões faciais e gestos. "Num palco com uma audiência numerosa, poderá movimentar-se, cativando mais directamente diferentes partes do auditório", diz Chris Oakley. "Numa sala de reuniões, movimentar-se pelo espaço é um factor de distracção." Tenha cuidado para não exagerar - dar ênfase apenas aos pontos-chave, como provavelmente faz de forma natural com os seus amigos, é óptimo.

5. Realce alguns pontos sem ser repetitivo

"Não se limite a ler o PowerPoint. A sua audiência consegue fazê-lo sem ajuda", diz Chris Oakley. "Utilize os diapositivos como destaques a partir dos quais poderá desenvolver o tema e para dados financeiros ou de mercado que queira comunicar à audiência, sem que seja preciso memorizar ou anotá-los." A apresentação de diapositivos é um óptimo recurso – mas não seja escravo deste tipo de auxiliares.

6. Distribua material de suporte

Distribua folhetos ou outro tipo de material antes da reunião. Desta forma, a audiência fica a saber que não precisa de tomar nota de números infindos e que pode manter-se atenta às suas ideias.

7. Seja dinâmico

Não insista em apresentar a informação de acordo com a ordem dos diapositivos nem se cole a um guião – se sentir que a audiência está a perder o interesse, mude de estratégia. "Deve ser capaz de avaliar a sua audiência: se se estiver a dispersar, pare para uma sessão de perguntas e respostas", diz McQueen. "Muitos especialistas defendem a realização da sessão de perguntas e respostas no fim, mas antecipá-la poderá descontrair o ambiente e estimular a interactividade", diz Lee McQueen.

8. O número mágico

A regra dos três é um truque de escrita que vale a pena dominar – tudo é intrinsecamente mais gratificante e "correcto" em trios. Isso significa que uma apresentação não deve ter mais de 3 ideias-chave, um diapositivo não deve ter mais de 3 pontos e não deve tomar mais de 3 bebidas no bar após a apresentação! Do mesmo modo, alguns especialistas em interacção humana sugerem o contacto visual durante 3 segundos com os participantes de modo a captar a atenção e reforçar a ligação estabelecida. Mas nada de fazer olhinhos sempre à mesma pessoa!

9. Fale com toda a certeza

É fundamental verificar se o conteúdo dos seus diapositivos é irrefutável. "Nunca inclua num diapositivo um facto ou um número que possa suscitar uma questão a que não consiga responder com convicção ou rigor", diz Chris Oakley. "Não vai certamente querer fazer como algumas figuras públicas que dizem que depois darão a resposta. Ninguém vai querer saber quando o fizer."

10. Faça um discurso direccionado ao interlocutor

É vital que a sua apresentação não se destine a vender-se a si próprio ou à sua empresa, mas sim a salientar o que você poderá fazer por aquela audiência. "Fale sobre os clientes. Use 'vocês' e 'vossos' muito mais vezes do que 'nós' e 'nossos'", diz Nigel Botterill. "Isto garante que o foco é o interlocutor." É igualmente importante resistir ao desejo de falar muito sobre os seus tópicos preferidos. "Resista à tentação de transmitir tudo o que sabe sobre um tópico. O interlocutor quer ouvir 'o que significa isto para mim?' Aborde o tema do ponto de vista dele", diz Craig Peters.

11. Expresse-se

Não tenha medo de dar o seu cunho pessoal a uma apresentação. A maioria das pessoas já sofreram muito com o PowerPoint. A integração de piadas, casos particulares e até toques peculiares como vídeos ou banda desenhada na sua apresentação permite-lhe diferenciar-se dos outros. Não se esqueça de a testar primeiro com os seus amigos!

Inovar no trabalho

 

7 segredos para trabalhar em qualquer lugar

Diga adeus à sua secretária e trabalhe em qualquer lugar com a tecnologia mais recente.

O kit básico

Não é preciso muito para replicar o seu escritório esteja onde estiver. Basta um smartphone com uma ligação de dados de alta velocidade e um teclado suficientemente bom (teclado virtual ou QWERTY). Se quiser ainda melhor, um computador portátil (laptop, netbook ou tablet) é uma boa opção – terá um ecrã maior, maior poder de processamento para executar várias aplicações mais rapidamente e também poderá digitar mais depressa. O mais importante: não se esqueça dos carregadores – os dispositivos suplementares de carregamento da bateria ou a energia solar podem ser vitais se estiver longe de uma tomada eléctrica durante muito tempo.

A importância da assinatura

Não se deixe desmascarar pela sua "assinatura" no fim da mensagem de correio electrónico. Altere a que tem no seu smartphone do padrão "enviado do meu Windows Phone 7" para a sua assinatura profissional. Assim, poderá responder às mensagens esteja onde estiver sem parecer que está a fazer gazeta.

Desfrute do espaço virtual amigável

Carregue os documentos importantes na "nuvem". Isto significa que as folhas de cálculo, apresentações e ficheiros do Word vitais para a empresa estão sempre disponíveis onde quer que esteja – no carro, no bar ou no banho – através de uma ligação de servidor segura. Os serviços na nuvem também incluem verificação de vírus e software maligno incorporada – o que significa que não tem de se preocupar com a actualização de bases de dados de vírus, com a análise manual dos ficheiros, nem com a possibilidade de metade dos seus ficheiros ficarem de quarentena graças aos superzelosos colegas de TI encafuados no escritório.

Sincronize a sua vida

O conjunto de aplicações com excelentes gráficos e funcionalidades disponíveis na nuvem permite-lhe não só partilhar ficheiros, mas também controlar a sua agenda, sincronizá-la automaticamente entre o smartphone, o portátil e a sua base de trabalho em casa, além de permitir que os colegas em quem confia confiram a sua disponibilidade e marquem reuniões importantes. É claro que também poderá partilhar o correio electrónico entre os seus vários dispositivos.

Ligação tecnológica

Se tiver um smartphone apropriado e um portátil ou tablet, verifique se dispõe de partilha de Internet móvel (mobile tethering) na sua rede: poderá utilizar o smartphone como modem de alta velocidade através do cartão SIM e da rede móvel e, desse modo, continuar a trabalhar desde que tenha sinal 3G, mesmo que esteja a quilómetros de uma rede sem fios ou de qualquer sinal de civilização.

Comunicações globais

Uma boa forma de reduzir os custos de telefone fora do escritório é o VoIP (Voice-over-IP). Alguns serviços VoIP também disponibilizam um número local que até permite reencaminhar o serviço Internet para onde estiver. Os seus colegas não precisam de saber que lhe estão a ligar para as Docas (apesar de o som de fundo da festança e/ou das pausas na conversa ao estilo de call-center poderem dar alguns indícios). A maioria dos smartphones modernos equipados com Wi-Fi suporta chamadas VoIP.

Falar ou escrever?

Há alturas em que é óptimo falar e há outras em que o ideal é ler. Utilize aplicações e serviços para smartphone que convertam mensagens de voz em SMS, para quando quiser um registo daquilo que foi dito (ou arranje uma aplicação para gravar voz e software que converta voz em texto). Por outro lado, se conduz muito, é boa ideia investir num programa de correio electrónico de conversão de texto em voz.


Fazer a nossa mudança

O escritório do futuro

7 vertentes de transformação do seu dia-a-dia de trabalho graças à tecnologia…

Obituário do escritório

Será o escritório do futuro um escritório como o conhecemos hoje em dia? Os dispositivos móveis – smartphones, auriculares sem fios, Tablet PCs, etc. – cada vez mais poderosos e a crescente disponibilidade de acesso Wi-Fi, dados móveis de alta velocidade e banda larga doméstica significam que já não precisa de percorrer longos trajectos entre casa e o emprego. Provavelmente, já transporta consigo todos os seus contactos e mensagens de correio electrónico. A presença tecnológica, tal como uma abordagem de "nuvem", permite-lhe editar de imediato os seus documentos, e em breve também os seus calendários de reuniões, e guardá-los centralmente e em segurança.

Reuniões

O que irá acontecer ao trabalho em equipa quando o seu escritório for o seu sofá? Terá a possibilidade de colaborar em documentos criados e editados em conjunto, online e em tempo real, enquanto os seus colegas poderão aceder a áreas partilhadas do seu calendário online para conferir disponibilidades e agendar reuniões através da dita nuvem.

Mudanças constantes

Dada a transformação radical do escritório a que assistimos nos últimos 50 anos, tudo indica que os próximos 50 anos serão igualmente surpreendentes. Uma das competências mais importantes de qualquer trabalhador é a capacidade de se adaptar às novas tecnologias – dos meios de comunicação sociais aos smartphones e à computação em nuvem (também referida pelo termo em inglês, "cloud computing"), há que estar sempre a par das últimas novidades para estar numa posição vantajosa quando for lançada a próxima inovação.

Espaços personalizados

A ocupação da mesma secretária 8 horas por dia está totalmente ultrapassada. O futuro do escritório está em reconhecer que as pessoas precisam de diferentes tipos de espaço para diferentes partes do trabalho a diferentes horas do dia. Muitos escritórios "inteligentes" estão a optar por centros "activos" centralizados – onde se encontram a equipa de suporte e o equipamento-chave – rodeados de núcleos temáticos: o espaço de trabalho intensivo com secretárias (reservadas a pedido); agradáveis salas de reuniões para debate de ideias; salas de conferências que estimulam a criatividade; e espaços calmos, semelhantes a bibliotecas, para trabalho individual de concentração. A Clive Wilkinson Architects estima que, actualmente, a maior parte dos escritórios têm uma ocupação habitual de apenas 50%. Escritórios modulares com partilha de secretárias ("hotdesking") ocupam menos espaço e permitem também reduzir as despesas operacionais.

Ecologia

É claro que o futuro do escritório é "verde". Com o aumento do número de pessoas que trabalham a partir de casa ou em regime de teletrabalho, não apenas para evitar o trânsito e as emissões automóveis, mas também para aumentar a produtividade, deixam de ser precisos os escritórios enormes com inúmeros cubículos do passado. Porém, os escritórios que perdurarem irão, gradualmente, instalar sistemas inteligentes de iluminação, energia e suporte cada vez mais próximos da ausência de emissões de carbono. Além disso, os edifícios ecológicos são locais de trabalho mais saudáveis e estimulantes.

O seu novo escritório: o café

Cada vez mais pessoas vão deixar de percorrer longos trajectos entre casa e o emprego; mas, como já é do conhecimento de muitos trabalhadores independentes, é fácil ter saudades da "galhofa" do escritório e do contacto social. Em vez dos escritórios tradicionais, estão a surgir espaços de teletrabalho um pouco por toda a parte. Estes locais eram encarados originalmente como "depósitos" de cubículos minúsculos e, por isso, não tiveram grande adesão, por mais estranho que possa parecer. Os espaços de teletrabalho do futuro irão, muito provavelmente, assemelhar-se aos cafés "da moda" – com café e bolos, Wi-Fi, mesas, sofás, salas de reuniões e mesas de bilhar, tudo à mistura.

Tarefas de curta duração

A carreira para toda a vida morreu com os anos 80 do século XX. A "carreira portefólio" (ter mais de uma actividade remunerada em simultâneo) já se encaminha para a reforma antecipada. Qual será a próxima abordagem dos trabalhadores do futuro, que navegam na Internet sentados no sofá? Subcontratação para tarefas de curta duração. Alguns especialistas já licitam os seus serviços online para desempenhar pequenas tarefas diferentes para vários clientes. Os colaboradores podem manter uma certa diversidade e trabalhar não só como arquitecto de rede, mas também como actor e consultor de estilo e imagem. Normalmente, os empregadores não precisam de um arquitecto de rede durante muito tempo, pelo que é mais inteligente contratá-los à hora, sempre que seja necessário, do que mantê-los durante todo o projecto.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Renascer



Os seres humanos, homens e mulheres, são todos eles especiais. Alguns se destacam por uma vontade de viver incrivel e por quanta sensualidade com que vivem a vida. Sabem o que querem e lutam em cada dia para atingirem seus objectivos.
Somos a potencialidade em pessoa, apenas precisamos de aceitar que somos assim. Só custa dar o primeiro passo, mas nem sempre o fazemos com medo de errar. Esquecemos que poderemos sempre voltar a trás e começar de novo.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Prevenir a Depressão


A depressão nasce de uma sucessão de pensamentos negativos .Você deve estar em harmonia com aquilo que deseja . Em primeiro lugar você deve livra-se do não ; Não posso ,não consigo , não tenho capacidade e substitua por eu quero , eu consigo, eu posso. Lembre-se em Deus tudo se transforma e se renova .
Se tiver um problema , pense na solução e não no problema . se tiver doente pense em ficar bem e não na doença . Você deve estar em harmonia com aquilo que deseja . não perca seu objetivo de vista para não perder a direção.
Arranje tempo para você , para fazer o que gosta ,estar com amigos , ir ao shopping ver um filme no cinema ou qualquer outra coisa que faça você sentir bem . Na vida deve haver tempo para tudo família , trabalho e diversão , negligenciar tempo para essas coisas pode causar transtornos futuros e uma sensação que você fez muito por nada .
Mas alegre-se hoje é o seu dia , um novo dia cheio de expectativas e oportunidades
Esse novo dia lhe sorri e tudo o que você precisa fazer é sorrir de volta e tudo se transformará .Você tem todas as respostas no seu subconsciente só ouvir .
Não há

Depressão além daquela que você criou e que na verdade pode ir embora assim como apareceu DO NADA !!!
Basta você querer . Lembre-se diga sempre sim !!!

EU QUERO , EU POSSO , EU CONSIGO !!!

Nilson Huran

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Tive um sonho e fui atrás dele

Desde há muitos e muitos anos sempre sonhei em fazer coisas diferentes dquelas que na rotina eu fazia ou via fazer todos os dias. Quem me conheceu na minha juventude, principalmente as pessoas mais ligadas a mim, por amizade ou por contactarem de perto comigo, sabem que eu era já na altura um jovem diferente, pois não me conformava com as coisas que eu achava estarem a ser feitas de forma errada. A minha mãe algumas vezes me disse que não valia a pena agir assim porque eu não conseguiria mudar o rumo das coisas e todas as pessoas continuariam a ser como são e a fazer aquilo que mais lhes der na gana.

Nunca aceitei muito bem estas palavras que a minha mãe e outras pessoas me iam dizendo e o tempo lá ia passando, mas eu continuava a pensar da mesma maneira. Eu entendia que os caminhos que as pessoas tomavam quase sempre não eram os mais certos e então lá vinham repetidamente os canhões a apontarem contra mim.

Eu falava de valores como o profissionalismo, a disciplina, o rigor, a motivação, a inovação, o respeito pelos outros, a aprendizagem, a responsabilidade, a liderança, a amizade, a solidariedade, entre muitos, mas acima de tudo sempre prezei pela organização de coisas e das coisas, quaisquer que elas fossem.

Motivar pessoas a realizar as suas tarefas fascina-me, mas a fazê-lo de forma excelente e não como é costume e habitual as pessoas fazerem. Desde que “desenrasque” já está bem, no entanto passamos a vida a fazer coisas ao jeito dos outros e a nossa força de realizar a cem por cento vai passando e acabamos por nunca a utilizar.

Quem trabalha comigo também sabe que o rigor das coisas está acima de tudo, não por ser perfecionista, mas por ser normal. O rigor é a base de qualquer tarefa, podemos ser rigorosos sem qualquer esforço suplementar. Nós estamos preparados para sermos excelentes, apenas precisamos de saber que o somos e acreditar que somos capazes de realizar as coisas com excelência.

Durante estes anos todos tenho constatado que as pessoas continuam a desviar-se dos seus caminhos, seguindo por outros diferentes daqueles que pretendem tomar e só dão por isso quando chegam ao seu destino e verificam que não era para ali que pretendiam dirigir-se.

Há meia dúzia de anos tenho andado a ser seguido por um sonho que constantemente me tem acompanhado e me vai dizendo, vindo de uma voz que não sei bem de onde vem, uma frase de afirmação que me toca profundamente: “VAI E FAZ”.

Com esta afirmação tenho recebido também todo o plano para seguir o meu sonho, então decidi segui-lo e ir atrás dele. No dia 26 de Junho de 2009, foi feita a apresentação oficial desse sonho e alguns privilegiados que assim o desejaram, assistiram ao que vai ser a realização desse sonho, revelado através de um projecto chamado “Sonha e Segue”.

Com este evento, o projecto já está a ser realizado, não vamos medir o coelho pelo tamanho da moita, tudo o que já estamos a fazer vem em conformidade com as coisas que eu desejava fazer e que agora com a força vinda de um sonho, eu e a minha mulher o vamos realizar. É um projecto inovador com novas formas de realizar, talvez por isso, termos recebido o apoio das entidades, empresas e pessoas que não perderam a oportunidade de assistir à apresentação deste projecto.

No entanto, muitas outras pessoas continuam, tal como há muitos anos, a tentarem conformar-me a deixar tudo na mesma tal e qual as coisas estavam antes e nada fazer pois, segundo elas, nada conseguirei mudar.

Apresentam-me então uma grande lista de dificuldades e começam a enumerá-las sem nunca mais acabarem, pois o seu número é infinito e a lista é tanto maior quanto maior for o pessimismo e menor for a distância que vêem à frente do nariz.

Em resposta áqueles que a toda a hora me vão repetindo essa lista de dificuldades, apenas respondo: eu tive um sonho e fui atrás dele.



Carlos Brito

I. P. O.

Manter em bom estado a nossa saúde é algo que a todos deveria preocupar. Sempre gostei de reflectir sobre temas que são quase impossíveis de concretizar para as autarquias, governo, organismos estatais, empresas, etc., mas que para mim não vejo qualquer dificuldade na sua realização.

Os responsáveis pelas diversas organizações têm algumas ideias e executam-nas que, sendo tão caricatas, ficamos pasmados, pois não lembram ao diabo. Outras ideias, simples e práticas, mas com bons resultados não são postas em prática. Quando converso sobre isto, dizem-me que é por causa de interesses. Não percebo bem, pois penso que o principal interesse de cada cidadão é o bem estar de todos. Quando nos sentimos bem, produzimos mais, criamos mais riqueza, temos um melhor nível de vida. Mas o que presenciamos, são pessoas desmotivadas, desinteressadas, borrifando-se para a riqueza do país e bem estar do seu semelhante, cada um tratando de si.

Como vivemos num estado de direito, dizem os políticos, deveria haver pessoas nas organizações de topo, trabalhando com especialistas (psicólogos e tantos outros técnicos), formando equipas que motivem as pessoas, com o objectivo de estas se sentirem realizadas e em consequência “fazerem” um mundo melhor.

Por mim, podemos começar já hoje, não um mundo baseado na utopia, mas sim em realidades. Ver o que se passa noutras localidades ou noutros países. Ver exemplos de pessoas que se notabilizaram por feitos grandiosos e de valor para as suas terras e também para a humanidade. Será que essas pessoas foram todos génios ou foram pessoas como qualquer um de nós que tiveram a visão das suas obras e que com muita coragem, criando oportunidades, as realizaram.

Este tema há muito tempo que o penso tornar público. Esta ideia, era um segredo meu, bem guardado. Será que algum dia pensei em ser ministro da saúde e tinha-a como trunfo para executar durante o meu mandato?!!! Se alguma vez pensei isso, o melhor é esquecer. Pessoas com ideias como eu, nunca têm oportunidade de as colocar em prática. Quem tem essa oportunidade não tem, ou não quer colocar em prática as ideias de pessoas como eu.

Sempre me interroguei por qual seria o motivo de as pessoas só irem ao médico quando estão doentes e muitas, nem mesmo quando estão doentes procuram o médico. Morre muita gente por chegar já tarde aos cuidados médicos. O nosso corpo também é uma máquina e como tal também tem necessidade de assistência.

A minha ideia era tratar da máquina do corpo humano como, pelo menos, se tratasse de uma viatura. Uma vez por ano, no mês em que fazemos anos e a partir de uma certa idade, duas vezes por ano, todos seríamos chamados a Centros de Inspeções a que poderíamos chamar Centros de Saúde. Aí, cada um de nós, à parte de ser rico ou pobre, jovem ou idoso, homem ou mulher, seria inspecionado e verificado o seu estado de saúde. Se “passar” na inspecção que poderíamos chamar de exame médico, seria colocado um selo, por exemplo, de cor verde, num cartão de saúde que seria obrigatoriamente exibido sempre que fosse necessário tratar de qualquer documento. Se não “passar” na inspecção, neste caso, não teria trinta dias para se apresentar novamente a fazer o exame médico. Sendo rico ou pobre, jovem ou idoso, homem ou mulher, seria de imediato enviado ao Centro de Especialidades que existiria para “reparar” a anomalia indicada. Já “reparado” voltaria ao Centro de Saúde onde foi inspecçionado e onde lhe seria colocado o selo verde no seu cartão de saúde.

Não me parece utópica a realização desta ideia, como não foi utópica a realização de muitas ideias que revolucionaram o mundo. Antes, me parece ser a melhor forma de todos termos direito aos cuidados de saúde.

Veja-se o que diz o Artigo 64º da Constituição: nº 1 – Todos têm direito à protecção da saúde e o dever de a defender e promover; nº 3, a) – Garantir o acesso de todos os cidadãos, independentemente da sua condição económica, aos cuidados da medicina preventiva, curativa e de reabilitação.

Sei que esta ideia fica por isso mesmo, não passará de uma ideia, mesmo assim tornei-a pública. Quem sabe se um dia alguém a utiliza e eu ficarei famoso por ela ser minha.

Carlos Brito

Formação Pedagógica

Como é do conhecimento público estou a proceder à implementação de um projecto de actividades que sendo desenvolvidas de forma específica e personalizada, vão permitir às pessoas ocupar melhor os seus tempos livres e realizar os seus sonhos e os seus projectos.

Vai ser o início de uma mudança que urge fazer no nosso rumo da vida, é obrigatório para muitos de nós fazer inversão de marcha, voltar a trás e seguir por outros caminhos que tenham mais a ver com aquilo que desejamos fazer e principalmente ser.

Para melhor aplicação das técnicas que irão, neste projecto de bem estar, ajudar as pessoas e as empresas a definir de forma personalizada os seus caminhos, frequentei o curso de Formação Pedagógica através do qual adquiri competências para evidenciar as minhas capacidades genéticas, ou seja, colocar em prática tudo aquilo que sinto ser capaz de fazer e para o qual tenho competências.

Cada pessoa já nasce com determinadas características que através da aprendizagem nos podem levar a atingir os nossos objectivos, ou seja, conseguir realizar as nossas ideias a que nos propomos atingir e que se fundamentam nessas características e nas nossas experiências de vida.

As características com as quais nascemos e as nossas experiências de vida fornecem-nos condições suficientes para podermos escolher os melhores caminhos, mas a maior parte das vezes, devido a factores estranhos à nossa vontade acabamos por nos desviar deles e seguirmos por outros que pouco ou nada nos dizem respeito e acabamos por viver uma vida estranha àquela que é a nossa.

A formação pedagógica habilita as pessoas que têm a missão de ensinar ou colocar em prática os estudos dos ideais de educação e educação refere-se a toda a nossa aprendizagem. Dizemos que somos educados quando fazemos a nossa aprendizagem a partir do estudo dos ideais de educação, segundo uma determinada concepção de vida e dos processos mais eficientes para concretizar esses ideais.

Na formação pedagógica aprendemos a definir os nossos ideais e comprender melhor as concepções de vida que nos levam a concretizá-los. A grande base da formação pedagógica prende-se com a nossa preparação em aprendizagem para melhor compreendermos as coisas e assim podermos executar na vida prática as três grandes áreas que em conjunto formam o conhecimento que têm como função tornar presentes aos sentidos ou à inteligência um objecto, interno ou externo, de modo a obter dele um entendimento ou uma representação mais adequada.

As três grandes áreas do conhecimento são: o saber saber que nos permite conhecer a teoria das coisas; o saber fazer que nos ensina a aplicar na prática o conhecimento que obtivémos em teoria e por fim, a mais importante forma de conhecimento que é o saber ser ou estar. Este grande pilar do conhecimento é o menos aplicado e o mais difícil de assimilarmos e de compreendermos, pois a sociedade em que vivemos, incíta-nos a que não o ponhamos em prática.

Para melhor compreendermos estas três áreas do conhecimento, costuma-se referir um caso prático que é a aprendizagem da condução de viaturas na estrada. Em primeiro lugar aprendemos as leis e as regras da condução, é a parte teórica a que chamamos o código da estrada e é o que designamos por saber saber. Em seguida aprendemos a aplicar na prática esses conhecimentos teóricos e começamos na parte da condução, estamos a aprender o saber fazer. Por fim, já com estas duas formas de conhecimento adquiridas, vamos apresentá-las aos outros, à sociedade, aquilo que aprendemos antes e o modo como o fazemos e como nos comportamos na estrada e o respeito que temos pelos outros condutores e pelas regras que aprendemos, designa-se por saber ser ou estar.

Este exemplo da aprendizagem aplica-se a muitos outros casos em que fazemos a nossa aprendizagem de uma determinada forma, mas não aplicamos esse conhecimento tal qual o aprendemos, mas sim da forma que for mais do nosso agrado.

Todas as pessoas, principalmente as que trabalham em contacto com o público e as que exercem funções de gestão ou chefia, deveriam frequentar este curso pois, de um modo geral, temos todos um grande défice na área do saber ser ou estar.

Sabemos aprender bem mas depois não sabemos aplicar os conhecimentos adquiridos, pois não resistimos à constante tentação para procedermos ao desvio daquilo que aprendemos.


 
Carlos Brito

David e Golias

Sempre ouvi falar na história de David e Golias. Desde há muitos anos que os mais velhos nos falavam sobre esta lenda. Há quem diga que este relato bíblico, aconteceu mesmo na realidade.

Quando alguém conseguia um feito extraordinário, num desafio entre uma pessoa de caracteristicas normais e outra ou outras com muito mais força ou melhores condições para ganhar a batalha, logo alguém dizia que mais parecia a história de David e Golias.

Como sou uma pessoa bastante interessada em obter e transmitir novos conhecimentos, decidi ir investigar e saber mais sobre estes dois homens que há tanto tempo, nos servem de exemplo.

David e Golias, teriam vivido à cerca de 3 000 anos, na chamada terra prometida, onde hoje se situam os estados de Israel e Palestina. Golias pertencia a uma família de gigantes e tal como seu irmão Lami, era um homem muito forte, contam que tinha de altura 2,90 m.

Naquele tempo, tal como hoje, aqueles lugares eram palco de teatro de guerras constantes entre os povos da região. Golias, aquele homem gigante, representava o exército dos filisteus.

Os filisteus desafiaram os israelitas e decidiram enviar mensajeiros informando que, se no prazo de quarenta dias, Israel não apresentasse um guerreiro para lutar contra Golias ou, apresentando-se para uma luta individual e fosse vencido, o exército filisteu exerceria a soberania sobre o exército de Israel.

Com Golias como adversário, qualquer lutador sairia, por certo vencido. Ainda assim, o exército israelita indicou um para fazer frente áquele gigante. David, um rapaz ainda muito jovem, de fraca estatura física, foi o escolhido.

David era uma pessoa de grande personalidade e de muita confiança. Ferido de orgulho, ficou indignado com o desafio dos filisteus e ele mesmo se ofereceu a Saul, o rei que naquele tempo governava Israel.

Apenas com uma funda, espécie de uma fisga em tamanho grande e sem qualquer protecção, pois a armadura de guerreiro não lhe servia, tal era a sua fraca estatura.

Porém, David era um jovem corajoso e determinado e com a sua confiança ousou enfrentar Golias. O gigante, troçando do seu adversário, pergunta-lhe se por acaso era um cão, para que viesse a ele com cordas, referindo-se à funda que David usava. David respondeu: “Tu vens a mim com espada, com lança e com dardo, mas eu chego a ti com o nome de Deus de quem escarnecestes”.

As armas de David davam-lhe a confiança da vitória e atirando-lhe uma pedra com a sua funda, penetrou-lhe na testa, fazendo-o cair por terra. Com a própria espada de Golias, David entregou-lhe a morte, cortando-lhe a cabeça.

Quando viram seu campeão morto, os filisteus fugiram, mas foram perseguidos e dizimados até à sua cidade.
Esta história surpreendeu-me pela sua actualidade, tendo em conta as suas semelhanças entre o exército filisteu aqui representado por Golias e alguns senhores de hoje que, pensando ser o Golias, estão na linha da frente do “exército” dos “novos filisteus”, usam e abusam da sua força, pisando e repisando os mais fracos.

Para estes Golias modernos, não lhes interessa saber se vivemos em democracia e como tal, deveríamos respeitar os outros para sermos respeitados e não pensarem de nós, como se fôssemos filisteus.

Não lhes interessa saber se fazemos parte de uma comunidade tipicamente religiosa onde deveria vigorar os princípios da solidariedade e como tal, deveriamos sentir responsabilidade pelas consequências dos nossos actos.

Como será que fica a situação dos outros quando agimos e apenas olhamos para o nosso umbigo, estando nas tintas para quem possa ficar de rastos, quem quiser e puder que se levante. Nada disso interessa aos “novos filisteus”, eles pensam que terão sempre um Golias à frente do seu exército, ignorando que possa existir por aí um David … e então, venham a passar de opressores a oprimidos e sentir na pele o que é estar do lado oposto da barricada.


Carlos Brito

Associativismo, um bem a não perder



Durante muitos anos e desde tenra idade que estou ligado ao associativismo. Desde os meus 16 anos de idade que tenho colaborado e feito parte de diversas associações culturais, desportivas, recreativas, empresariais, etc.

O movimento associativo me fascina. A associação das pessoas, motiva-as levando-as a realizar coisas espectaculares que, pensamos muitas vezes, não sermos minimamente capazes de fazer.

Tendo efectivamente colaborado e exercendo cargos de responsabilidade, ligado durante todos estes anos ao associativismo, conheço muito bem as suas práticas, a sua gestão e as suas dificuldades.

A expressão associativismo designa a prática social da criação e gestão das associações e a defesa dessa prática enquanto processo não lucrativo de livre organização de pessoas (os sócios), para obtenção de finalidades comuns.

O associativismo, enquanto forma de organização social, caracteriza-se pelo seu carácter de voluntariado, usado como instrumento da satisfação das necessidades individuais das pessoas, nas mais diversas manifestações.

O associativismo é de tão grande importância para a humanidade que todos os princípios, pelos quais nos regemos, apontam para a vida em associação, ou seja, todos nós temos necessidade de viver em sociedade, uns com os outros, mas respeitando as identidades individuais de cada pessoa.

A Lei, em todas as suas amplitudes, defende o direito de associação. O artigo 20º da Declaração Universal dos Direitos do Homem estipula que “toda a pessoa tem direito à liberdade de reunião e associação pacíficas”.

A Constituição da República Portuguesa, no seu artigo 46º determina que “os cidadãos têm o direito de, livremente e sem dependência de qualquer autorização, constituir associações, desde que estas não se destinem a promover a violência e os respectivos fins não sejam contrários à lei penal. As associações prosseguem livremente os seus fins sem interferência das autoridades públicas”.

O Código Civil Português, proteje igalmente a criação de associações. Toda esta legalidade, prevista nas mais diversas normas, constituem as associações de um poder que na prática não lhes é atribuído nem reconhecido.

A força do poder associativo, por não ser devidamente reconhecida, tem vindo a deixar cair a sua posição e nos tempos de hoje, diz-se também haver uma crise no associativismo.

O governo central e as autarquias locais, deveriam valorizar o movimento associativo, não só, subsidiando-o pelas suas actividades de voluntariado, mas também reconhecendo quem nele participa.

A boa gestão das associações e o seu sucesso, passa, sobretudo, pelo seu reconhecimento. Reconhecê-las passa, simplesmente, por ouvi-las, não só mais, mas melhor, dando-lhes assim o seu espaço na sociedade e deixarem-nas exercer o seu poder que não choca com qualquer outro. É ele o poder associativo, o poder que move montanhas e pessoas.

Se as pessoas têm necessidades básicas em se associar; se estando associadas conseguem atingir os seus objectivos; se só estando associadas é que as pessoas sentem que a suas vidas têm algum sentido; se a própria Lei incentiva o movimento associativo, então qual o motivo de haver crise no associativismo?

O que me parece, pela minha experiência, é que existindo na realidade todo um grande número de associações das mais variadíssimas áreas, as pessoas, sendo incentivadas a colaborar, não são motivadas a participar na sua organização e nas suas actividades.

Cada um de nós, gente comum, sabemos fazer muitas coisas e todos sabemos mais ou menos o quê. Perguntem-nos o que sabemos fazer e digam-nos onde, como e com quem poderá ser feito e depois, senhores responsáveis do governo central e das autarquias locais, vejam o resultado e não voltarão a ouvir falar de crise no associativismo.

Antes de falarmos de qualquer crise, é preciso primeiro fazer alguma coisa para a resolver. Para isso é preciso ter coragem, saber o que fazer e, essencialmente, saber se nos convém.


Carlos Brito

O Gigante Adamastor

Nos dias 5 e 6 de Setembro de 2009, realizou-se nas Alcobertas, no local dos Potes Mouros, a Apresentação das Actividades do projecto  Sonha e Segue.

Este projecto inspirado por mim em 2003, tem vindo a crescer e a amadurecer. Durante todo o ano de 2008 foi sendo passado da alma para o papel, foi como ver nascer uma obra, mas uma obra do tipo daquelas que às vezes sonhamos e pensamos nunca conseguirmos realizar, por considerarmos impossivel a sua realização.

Nos primeiros cinco anos de vida do Sonha e Segue, até se soltar da sua placenta ele era apenas um embrião, mas foi-se desenvolvendo e quando se soltou para o exterior, durante o ano seguinte foi nascendo e ganhando forma, ficando cada vez mais apto a desempenhar a sua missão para o qual foi concebido: Motivar os seus membros e utilizadores para que a partir de actividades específicas que estão na génese do Sonha e Segue, conhecendo outras pessoas, outras ideias e outras formas de estar na vida, mas sentindo-se no seu meio, venham ocupar os seus tempos de lazer de forma mais saudável, enquanto realizam os seus sonhos e desenvolvem os seus projectos pessoais, sociais e profissionais.

Em 26 de Junho de 2009, o Sonha e Segue deixou de ser apenas um projecto em papel e apresentou-se oficialmente, dando-se a conhecer junto das entidades públicas e privadas, empresas, associações, individualidades ilustres e utilizadores das suas actividades.

A partir desse dia o Sonha e Segue tem recebido a maior força, está em marcha e a seguir em frente. Foi criada uma página na rede social do Facebook, através da qual o Sonha e Segue se está a dinamizar e a ramificar indo ao encontro de todos aqueles que desejam comungar dos mesmos objectivos, cuja missão será encontrar a nossa oportunidade que tanto nos queixamos nunca saber onde está.

O Sonha e Segue está a crescer com pessoas que individualmente ou representando empresas, entidades, associações, etc., conseguem ver nele aquilo que sempre desejaram um dia encontrar, que sempre procuraram mas nunca tinham encontado.
Estas pessoas estão já com o Sonha e Segue e muitas outras estão a aderir a este grande movimento que pela sua missão irá mudar as nossas vidas. Professores, formadores, palestrantres, coach's, psicólogos, empresários, músicos, animadores de rua e de rádio, gestores, enólogos, dirigentes associativos, freelancer's, atletas, empregados, desempregados, reformados, aposentados e outras individualidades que tiveram conhecimento dos objectivos e da missão do Sonha e Segue sabem quanto esta nova forma de vivência lhes pode mudar as suas vidas.

Quando vou apresentar pessoalmente o Sonha e Segue, muitas pessoas, especialmente os representantes das empresas, entidades e associações, olham, escutam e “sopram” retratando-se como sendo a figura do gigante Adamastor que mesmo não conhecendo o Sonha e Segue, levantam tempestades onde apenas se pretende a bonança.

O Sonha e Segue apenas pretende transformar o Cabo das Tormentas em Cabo da Boa Esperança e fazer chegar a sua mensagem a novos mares nunca antes navegados.

Deixar terrenos calmos, ainda que sejam bravios e estejam desgastados e descobrir outros mundos onde sabemos estar o nosso, mesmo tendo que atravessar os mais diversos obstáculos é o desafio do Sonha e Segue.
 Eu sou o timoneiro deste barco e por muito grande que seja a tempestade ou má a disposição do gigante Adamastor, sendo eu o homem do leme, rumarei com os marinheiros rumo a outros mares, onde descobriremos novas formas de navegar.

Desejo boa viagem a todos os que seguem neste barco, ele está acostado em porto seguro para acolher aqueles que desejarem seguir por estes caminhos, na companhia dos marinheiros que formam a tripulação e dos outros passageiros que avistaram já novos horizontes sem sequer terem saído deste porto.
Os que não embarcarem ficarão a ver navios esperando que o barco possa um outro dia voltar a passar...

Carlos Brito

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O nome Carlos

C A R L O S


C = Cristo – Rei dos Homens

A = Águia – Rainha das Aves

R = Rosa – Rainha das Flores

L = Leão - Rei dos Animais

O = Ouro - Rei dos Metais

S = Sol - Rei dos Astros


A vida de um Homem


Meu nome não tem qualquer importância, sou Carlos Alberto, mas podia ter sido chamado de Tiago. Meus pais acharam bem que me chamassem assim, mas que opinião alguém pode dar quando outros decidem por si.
O apelido Brito veio até mim pela via paterna. Da mãe, não sei bem quem, mas esqueceram-se que também sou seu filho e gostaria de ter o seu apelido. Por tudo isso e sem ter direito a opinar, sou de nome Carlos Alberto de Brito.

Meus pais eram pobres, até nisso não pude decidir. Preferia ter sido filho de pais ricos, teria tido uma outra vida e hoje não seria o mesmo homem. Hoje, sou apenas uma sombra do que poderia ser se meus pais fossem ricos. Desde criança que nunca entendi qual a razão de uns nascerem ricos e outros nascerem pobres. A verdade é que nasci pobre e como se fosse uma deficiência física tive de viver a vida num ambiente pobre, mas nunca me conformei. Aliás, nunca me conformo com as coisas em que não posso ter decisão. Porquê outros decidirem por mim, se a vida é minha, sendo eu que a tenho de construir.

Sendo os meus pais pobres, aprendi a gostar de viver com aquilo que eles me poderiam dar. As minhas roupas eram como as das outras crianças pobres, mas não tinha frio e assim era feliz. Os meus sapatos, melhor dizendo, o meu calçado, já que sapatos era coisa de filhos de gente rica, era coisa rara, pois na maior parte da minha infância, andei descalço. Em primeiro lugar porque o meu calçado não me dava o mínimo de conforto e depois, também, aprendi a andar descalço porque assim me sentia melhor.

Nasci em 1956, numa pequena aldeia da freguesia e concelho de Rio Maior. Nesse tempo imperava a força do capitalismo, era o regime político do fascismo que governava Portugal desde o golpe de estado de 28 de Maio de 1926.

Até à entrada na escola primária em 1963, sete anos depois de ter nascido, pouco ou nada me lembro, pois também havia pouco ou nada para lembrar. Se algo aconteceu nesse período, aprendi a esquecer, pois nada de bom mereceu o meu registo. Meu pai, além de ser pobre e por isso não teve toda a responsabilidade, era um homem muito trabalhador, o que também não é uma grande virtude. Essa “herança” meu pai me deixou e por isso hoje não tenho o nível de vida que desejaria e poderia ter. Quem passa muitas horas do dia a trabalhar, não tem tempo para pensar como ganhar dinheiro, mas sim para dar a ganhar.

Durante os quatro anos que frequentei a escola primária eu fui um menino triste e revoltado pelas amarguras que a vida me propunha, mas mesmo sem eu as aceitar, aprendi a lidar com elas.

Minha mãe era uma pessoa cinco estrelas. Boa mãe, boa dona de casa, grande amiga e companheira. Estava connosco nos bons e maus momentos. Seus filhos pareciam meninos ricos, andavam sempre limpos e faziam boa figura. A eduacação recebi-a da minha mãe, era uma educadora de alto gabarito. Tendo dado à luz dezoito filhos, apenas sete sobreviveram às intempéries da vida. De todos os meus irmãos, eu fui o último a comparecer nesta roda dentada que tem o nome de vida, mas de vida apenas deve o seu nome à passagem do tempo que inexoravelmente vai teimando passar por nós.

A educação de uma criança pobre, pode ser muito rica, dependendo do educador. Sendo eu uma criança muito sensível, aprendia bem o que me ensinavam. A primeira aprendizagem escolar veio alargar-me os horizontes e complementando os ensinamentos dados pela minha mãe, fez de mim uma criança de mente aberta e que facilmente compreendia tudo aquilo que me ensinavam.

A minha escola primária situava-se no centro de uma então pequena vila que agora é uma ainda mais pequena cidade. Nem por isso tinha melhores condições que as escolas de uma aldeia. As salas eram frias, pois nesse tempo não havia esse luxo do aquecimento, nem nos fazia falta. O calor, só o conhecia quando a minha mãe acendia a fogueira lá em casa. Calor na escola, só quando os alunos brincavam na hora do recreio e no caminho de ida e volta.

Naquele tempo, ainda assim, tive a sorte de apanhar um professor muito rígido que fez dos seus alunos pessoas íntegras e grandes profissionais preparados para o desempenho de uma vida futura de trabalho. O importante num professor era ser alguém com capacidade para incutir nos seus alunos a vontade de trabalhar, ser respeitador e obediente.
Passados que foram aqueles quatro anos do ensino básico, estava agora preparado para enfrentar o que de bom ou mau viesse por aí.

Com onze anos de idade, estava agora pronto para enfrentar a vida, ou seja trabalhar para dar rendimento ao país e à minha família. Logo consegui um emprego onde poderia trabalhar, tinha sido formado para isso mesmo. O importante era agora era ganhar dinheiro e cedo pude verificar que o fruto do meu trabalho, só uma mínima parte revertia a meu favor.

O ramo onde comecei a trabalhar foi aquele que primeiro me apareceu, uma serração de madeiras. Cumpria à risca tudo tal e qual eu aprendi. Trabalhava, era respeitador e obediente. Assim um dia ainda viria a ser um grande homem.

Decorridos três anos a trabalhar num ramo de actividade que nada tinha a ver comigo, enveredei por ser empregado de comércio. Não era fácil para qualquer pessoa pobre entrar no comércio. Os pobres eram pessoas de uma outra classe, só entravam em determinadas actividades quem fosse realmente muito bom ou que tivesse alguém conhecido com bastante influência junto do proprietário do estabelecimento.

Eu tive a sorte de possuir estas duas condições. Entrei e senti-me um heroi, tinha ganho a minha primeira batalha de uma guerra que não era minha e que nem sequer tinha conhecimento da sua existência.

Começou aí a minha primeira sessão de formação profissional. Ainda muito jovem, apenas com catorze anos, já sabia ouvir para depois decidir o que seria melhor a  fazer, afim de obter bons resultados.

Os onze anos que desempenhei funções nesta loja de ferragens e materiais de constução, prepararam-me para um futuro que eu sempre desejei: ser empresário. Este estabelecimento era o mais importante da região e muito conceituado a nível nacional. Os seus empregados eram conhecidos por serem grandes mestres na arte de servir o público. O seu proprietário era uma pessoa muito estimada pela população local e acarinhada pelos seus clientes. Sendo alguém muito rico e estando ele bem financeiramente, facultava a todos os clientes os materiais necessários à construção das suas casas. O pagamento das contas era feito conforme as possiblidades de cada um. Tanto poderia demorar um ano, como dois, cinco ou dez anos.

Os meus colegas mais velhos, ensinaram-me toda a arte de servir o público. Na verdade, eram pessoas incríveis, só quem com eles conviveu de perto, pode reter uma imagem de tanta grandeza nas áreas de âmbito pessoal e profissional.

A eles devo quase tudo o que sou hoje. De meu tenho apenas a minha grande vontade de vencer, a minha visão das coisas e o sangue que me corre nas veias que me fornece alento para entrar em cada batalha, desta guerra da vida.
O que aprendi com aqueles mestres e com os exemplos de sensibilidade do proprietário da loja, hão-de marcar-me para sempre.

Aos dezoito anos, na manhã do dia 25 de Abril de 1974, quando me levantei para trabalhar, o aparelho de rádio, sintonizado no Rádio Clube Português, gritava pela liberdade. Cancões bonitas anunciavam uma nova era, o povo poderia agora ser livre de se exprimir, afirmar o que achava mais certo para si. O Estado Novo tinha sucumbido, toda a grandeza da sua doutrina, não foi o suficiente para fazer do seu povo, pessoas ricas de bem estar social e também ricas em cultura e educação. Teimosamente, insistiu-se num regime capitalista corporativo, no qual, o que era politicamente correcto, era ser um bom operário, apoderado pelo álcool, para se sentir sempre quente e assim nunca reclamar.

O novo regime político veio dar nova esperança ao povo português, especialmente áqueles que nunca perderam a fé em um dia poderem gozar da sua liberdade de expressão e de aplicação das suas ideias. A partir de agora, cada pessoa, à luz da doutrina da democracia, poderia seguir o seu rumo até onde as suas ideias, inteligência e capacidade fisica, assim o permitissem.

O problema economico-financeiro que sempre proibiu o povo trabalhador de alcançar os seus sonhos, não passava agora de um fantasma, que com esta revolução se tinha dissipado. A democracia, doutrina que incentiva o governo do Estado pelo povo, iria decerto permitir uma melhor distribuição da riqueza produzida pelos trabalhadores e pelos empresáros. O governo do Estado não deixaria, por certo, deixar passar esta oportunidade para implementar no país um regime mais justo, onde a igualdade entre as pessoas fosse conforme o interesse na produção de riqueza e o comportamento social.

Com vinte e cinco anos de idade, com uma visão diferente que o novo regime democrático me proporcionou, os meus horizontes iam além daquele projecto onde estava inserido. Sentia-me pequenino vendo aquela forma de exercer o comércio. Já tinha obtido conhecimentos de organização e gestão de espaços comerciais. O método tradicional não era mais o meu modo de exercer a actividade comercial.

Entretanto, com o emprego na loja tive a oportunidade de ir estudar à noite e pude concluir o antigo curso comercial. O ensino era muito disciplinado, no que se refere à ordem e muito técnico nos objectivos pretendidos. Os estudantes eram preparados durante toda a formação para servir o Estado, tudo era muito rigoroso, cada aluno que concluía este curso, era um mestre apto tecnicamente para desempenhar qualquer actividade relacionada com o comércio.

Sendo um empregado comercial, as minhas possibilidades financeiras eram muito reduzidas. Mais uma vez a minha condição de pessoa pobre não me permitiu continuar os estudos, já que na altura não havia na minha cidade, uma escola para complementar o ensino secundário e posteriormente concluir o ensino superior e assim, melhor atingir os meus objectivos. Os meninos mais ricos que frequentaram comigo o ensino básico, logo de seguida continuaram a estudar e hoje são pessoas formadas e com aceitação na sociedade diferente de mim, pois eu não consegui aquele precioso “canudo”.

O meu percurso profissional foi, por isso, muito lesado e nunca consegui exercer a profissão para a qual tenho mais vocação: gestor de uma grande empresa. Sentia no sangue toda essa organização de recursos humanos, bens e serviços, conjugados para a obtenção de resultados financeiros.

Como a vida me pregou uma partida, ter nascido pobre, contentei-me com a oportunidade de gerir o armazém de uma empresa de basculantes. Tinham sido já vinte e cinco anos de vida e a linha do horizonte começava, por fim, a alargar-se e parecia-me agora, conseguir enxergar tudo o que sentia serem os meus objectivos.

Os cinco meses que passei como chefe de armazém, deram-me “tarimba” para enfrentar qualquer coisa que o futuro tivesse guardado para mim. Na verdade encontrei um trabalho que gostava bastante, mas o pessoal ensinou-me a ver de perto o "pão que o diabo amassou". Se os olhos se abrissem pelos encontrões que apanhamos na vida, aqueles cinco meses tinham sido suficientes para os manter abertos para toda a vida. Ali vi pela primeira vez a falta de educação. As pessoas eram grosseiras no trato e más no seu relacionamento. Esta etapa da vida, nada tinha a ver com a educação que me deu a minha mãe, nem com os ensinamentos que na loja eu pude adquirir.

Estava preparado para um novo desafio e ainda com vinte e cinco anos fui chamado para ingressar nos quadros de uma empresa concessionária de uma marca de veículos automóveis.

Foi mesmo um grande desafio, pois não sabia nada deste ramo. Ainda assim, começando a partir do último degrau, aceitei aquela proposta. Fui recepcionista da oficina, fui caixeiro da secção de peças, fui escriturário e por fim cheguei a assessor de gerência.

Foi um longo caminho que fui “obrigado” a percorrer. Os cinco meses naquele armazém, muito me ajudaram a ultrapassar um sem número de obstáculos, quase mesmo intransponíveis. Não conhecia o ramo automóvel, não tinha vocação para os automóveis, ainda assim, consegui chegar ao topo.

Uma das minhas grandes tarefas, como responsável por esta empresa foi a implementação de um sistema informático de gestão, informação e comunicação. Antes da minha chegada, todas as rotinas eram feitas manualmente, com grandes prejuízos, pois demorava-se tempo demasiado a efectuá-las.

As técnologias de informação e comunicação permitia à empresa melhores resultados e ao pessoal mais capacidade de desenvolver competências. Depois de uma fase de formação de todo o pessoal e explicado todo o plano, a empresa partiu em equipa para a informatização do seu sistema operacional.

Foi efectuado um inventário de todas peças, acessórios e veículos e  introduzido no sistema como stock, sendo classificados como mercadorias no activo da contabilidade. Sendo um sistema integrado, eram registados simultaniamente as parcelas do stock e o respectivo valor na contabilidade. Ao mesmo tempo, começava-se a construir informaticamente os dois membros do Balanco, o Activo e o Passivo e no fecho de cada dia, mês e ano, apurava-se o valor do Capital Próprio. Era um plano audaz que exigia muito rigor, coordenação e ordem em toda a equipa.

As TIC, tecnologias de informação e comunicação, permitiram à empresa a obtenção de melhores resultados logo no primeiro ano de implementação.

A implementação do sistema integrado, envolvendo os serviços da oficina, secção de peças, gestão comercial de veículos e contabilidade, foi uma grande obra para equipa que eu geria. Agora era já possivel informaticamente, marcar as revisões aos veículos, saber quais as tarefas que os profissionais da mecânica deveriam efectuar em cada reparação automóvel, informar a secção de peças de qual o material necessário para cada serviço, antecipando assim o tempo de espera, na entrega das peças à oficina. A mão de obra gasta em cada serviço, estava já calculada para cada tarefa, fornecendo em cada momento o valor a pagar por cada reparação.

A gestão de stocks, dava informação do nome, quantidade e local onde se encontravam as peças a incorporar nas viaturas. O pedido de reposição era efectuado automaticamente, tendo em conta as médias de rotação dos materiais.

O módulo de veículos, no sistema, permitia também saber, não só a quantidade de modelos existentes nos diversos parques, mas fazia também a gestão por vendedores. Nas vendas era automaticamente considerado qual o veículo, o vendedor, o lucro obtido e de imediato eram fornecidos os elementos à oficina para esta efectuar a preparação para entrega de veículo.

Os profissionais estavam mais motivados, toda a equipa produzia com mais rentabilidade, a empresa servia mais e melhor os clientes e desta forma obtinha melhores resultados.

As tecnologias de informação numa empresa, quando implementado o sistema adequado, a formação certa, a aplicação assumida por toda a equipa, são uma forte motivação pessoal, uma boa forma de obtenção de resultados para as empresas e uma fonte de riqueza para o país.

Quando passados quinze anos deixei a empresa, tive muita pena de não ter conseguido ir mais longe. O importador da marca, de origem e filosofia japonesa, incutiu em mim uma paixão pelos métodos de gestão empresarial. A formação constante que nos era dada, tanto por formadores afectos à marca, como por formadores externos nacionais e estrangeiros. Aí conheci um mestre da gestão, que adaptou e juntou a contabilidade à gestão operacional, criando um método de organização empresarial que tinha como objectivo principal a obtenção de resultados financeiros.

Com este método, todas as empresas ganham dinheiro, o impossível será não obter resultados. Cada passo dado, cada gesto feito, era uma peça de uma engrenagem, que trabalhando de uma determinada forma, a partir de uma certa visão, formava uma máquina de fazer dinheiro.

Tentei colocar em prática essa visão de gestão empresarial e os conhecimentos adquiridos, mas tal não foi possível. A empresa onde eu trabalhava, não estava preparada para receber aquele método. As pessoas não estão preparadas para trabalhar de forma simples e organizada. O pessoal complica o trabalho e passa ao lado do êxito. Concentram-se no acessório e deixam para segundo plano o essencial. Assim, desta forma, trabalhamos num país pobre e desorganizado, quando facilmente poderíamos fazer parte de um país rico, organizado e num nível de bem-estar elevado, isto é, poderíamos ser mais felizes.

Aprendi este método de ganhar dinheiro, trabalhando. Aprendi a essência da filosofia japonesa de investimento. Os japoneses ganham dinheiro, investindo no trabalho dos outros. Cada um ganha a sua parte, mas todos ganham.

Foi maravilhoso trabalhar com mestres de origem japonesa, estão a milhares de anos-luz da nossa competência e organização.

Deixei aquele mundo que era o meu mundo, porque afinal não continuei os estudos e não me formei, porque não pude transmitir os meus conhecimentos adquiridos dando formação, porque embora sendo formador, não tive possibilidades de continuar os estudos e formar-me ao nível da licenciatura. Afinal, deixei aquele mundo que afinal era o meu mundo porque nasci filho de pais pobres. Como sempre trabalhei, como fui eduacado e ensinado, continuo pobre e sendo pobre, não tenho possibilidades de ser quem sou.

Já com quarenta anos e meia vida vivida, olhando para o meu passado, reparo então que nada vivi. Viver é conseguirmos ser aquilo que na pura verdade nós somos. É atingir os objectivos propostos. Enfim, viver é conseguirmos passar cada dia, todos os dias, sendo felizes.

Por minha conta, sendo empresário, vou aos quarenta, tentar fazer tudo aquilo que não consegui fazer em todos aqueles anos já passados.

Então, cheio de vontade e “rico” em conhecimentos e experiências adquiridas, formei a minha própria empresa. Levei dois anos a preparar o projecto e depois de diversos estudos efectuados, mais precisamente em 09 de Outubro de 1997, fundei  uma empresa de serviços feita por medida. Da actividade da empresa, faz parte um vasto leque de serviços de apoio ao cidadão e a empresas.

Esta empresa de serviços, tem desde a sua fundação o objectivo de tratar os assuntos e realizar os trabalhos com o empenho e responsabilidade como sendo os próprios clientes a tratar.
Ao criar a empresa , foi minha intenção marcar a diferença, estando mais perto das pessoas e fornecendo os serviços de forma inovadora e personalizada. Servir os clientes, analisando as questões caso a caso, mas levando sempre em conta os seus pontos de vista. Executar os trabalhos das empresas de modo a que estas se possam concentrar mais e melhor na actividade dos seus negócios
O lema é fornecer serviços com qualidade, competência e responsabilidade. Fazem parte da sua carteira de clientes: importadores de semi-reboques, empresas de transportes, stands e oficinas de automóveis, unidades industriais, empresas de construção civil, profissionais liberais, estabelecimentos comerciais, escolas, autarquias, associações e pessoas particulares.

A actividade da empresa rege-se por princípios humanísticos, transcritos à minha imagem e têm como base a INOVAÇÃO, o CONHECIMENTO e o RIGOR.
A empresa tem como missão, assegurar a personalização dos serviços, estando mais perto dos clientes, servindo com qualidade, simpatia e dinamismo.

A empresa tem como visão, ver sempre longe a linha do horizonte, sem nunca perder a noção do tempo e do espaço para lá chegar.

Quando preparei a abertura desta empresa ao público, dei para ela todo o meu potencial, as minhas qualidades intrínsecas, a minha força e o todo o meu carisma.

O espírito empresarial está diluído por toda a sua actividade e o público a quem é dirigido nem sempre consegue enxergar a sua imagem nem o sentido da sua direcção.

Observar, escutar, interpretar, esclarecer e só depois servir é uma forma tão modesta e tão personalizada que, por isso, passa ao lado do que é mais comum.

Hoje em dia, vive-se de um modo apressado. As pessoas deixaram de se concentrar no simples e no essencial e dedicam todas as suas energias, ao complicado e ao acessório.

Em 2007, passados dez anos sobre a fundação da empresa, comecei a planear um projecto que tem tanto de surpreendente como de maravilhoso.

Este projecto tem como objectivo dar forma a um sonho, a criação de um Centro de Bem Estar Integrado, um espaço onde cada pessoa poderá realizar também o seu sonho, sentindo-se ela própria.

Este projecto tem como área chave o acompanhamento programado, directo, personalizado e sigiloso a pessoas que em forma de lazer, pretendam ocupar o seu tempo, realizar os seus sonhos, desenvolvendo os seus projectos.

O projecto é dirigido a pessoas de todas as idades, vocacionado para quem enfrenta problemas e traumas de solidão, cansaço, desespero, depressão, fracassos e tantas outras situações que as impede de viver uma vida saudável e de bem estar.

Os participantes deste projecto vão ser incentivados, através do encontro ou reencontro da confiança em si próprios e qualidade de vida, com o fim de se motivarem a realizar os seus sonhos.

A missão deste projecto é juntar e motivar os seus utilizadores para que a partir de certas actividades, conhecendo outras pessoas, outras ideias e outras formas de estar na vida, mas sentindo-se no seu meio, ocupem melhor os seus tempos livres e realizem os seus sonhos e desenvolvam os seus projectos pessoais, sociais e profissionais.

A minha personalidade, a minha experiência de vida e os estudos académicos que me foram permitidos realizar, servem de base a todas as minhas ideias que aqui relatei e que tenho realizado ou que estou em vias de realizar.

Espero que um dia alguém repare em mim e ajude a realizar o meu sonho...




Do meu currículo de formação fazem parte:
  1. - 1976 - Curso Geral de Comércio.
  2. - 1981 - Frequência do Curso Complementar de Comércio.
  3. - 1992 - Gestão e Organização de Empresas, ministrado pelo I.E.F.P.
  4. - 1992 - Curso de Vendedores ministrado pela M.M.P. - Mitsubishi Motors de Portugal.
  5. - 1992 - Estágio profissional nos departamentos de peças e oficinas da M. M. P.
  6. - 1994 - Contabilidade e fiscalidade, ministrado pelo I.E.F.P.
  7. - 1995 - Curso técnico de mecânica, ministrado pela M. M. P.
  8. - 1995 - Estágio profissional no departamento administrativo da M. M. P.
  9. - 1996 - Curso de informática (Window 95, Winword 6.0, e Excel 5.0.)
  10. - 1997 - Frequência das jornadas profissionais, promovidas pela M.M.P. e na sequência da modernização do Padrão de Qualidade de Concessionários (P.Q.C.), sendo animador o gestor inglês especializado em gestão automóvel, Mr. Trevor Jones.
  11. - 2003 - Curso de formação pedagógica de formadores.
  12. - 2005 - Curso de legislação laboral
  13. - 2005 – Curso de orçamentação e medição para projecto e obra.
  14. - 2009 – RVCC – 12º Ano
  15. - 2009 – Renovação do Curso de formação pedagógica de formadores.

    Outros projectos planeados para o futuro, estão em carteira ainda sem data prevista para a sua apresentação:
  • Uma holding de capitais de risco que gerirá empresas apoiadas com mão de obra especializada de trabalhadores que serão também seus sócios gerentes. Esta ideia visa dar oportunidade de carreira áqueles que tendo vocação para desempenhar determinadas tarefas, não têm possibilidades financeiras de formar e de manter a sua própria empresa.
  • Um projecto estritamente pessoal, inventar um forma de estar na vida, do tipo da Terra do Nunca, onde todos os dias são perfeitos, por outras palavras, fazer da Terra do Nunca o paraíso ao alcance do ser humano.

Realizar um sonho depende apenas de quem nele acredita e de quem conseguimos transmitir, pelo nosso entusiasmo, a força para o realizar.